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Provérbios 31

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911

Cada trecho da faixa é uma época. Passe o mouse, toque ou use as setas para ver o nome e o período. O ponto cheio marca quando o episódio acontece; o anel, quando o livro foi escrito. Sem data certa — Palavras de Agur e do rei Lemuel Escrito: c. 970–686 a.C. (tradição) · c. 950–300 a.C. (pesquisa)
Os conselhos que a mãe do rei Lemuel deu a seu filho

Palavras do rei Lemuel: a profecia com que lhe ensinou a sua mãe. Como, filho meu? e como, ó filho do meu ventre? e como, ó filho das minhas promessas? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos às que destroem os reis. Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. Para que não bebam, e se esqueçam do estatuto, e pervertam o juízo de todos os aflitos. Dai bebida forte aos que perecem, e o vinho aos amargosos de espírito: Para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e do seu trabalho não se lembrem mais. Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos que vão perecendo. Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados. Alef. Mulher virtuosa quem a achará? porque a sua valia muito excede a de rubins. Bet. O coração do seu marido está nela tão confiado que fazenda lhe não faltará. Gimel. Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida. Dalet. Busca lã e linho, e trabalha com a industria de suas mãos. He. É como o navio de mercador; de longe traz o seu pão. Vau. Ainda até de noite se levanta, e dá mantimento à sua casa, e ordinária porção às suas servas. Zain. Considera uma herdade, e adquire-a; planta uma vinha do fruto de suas mãos. Hete. Cinge os seus lombos de força, e corrobora os seus braços. Tet. Prova e vê que é boa a sua mercancia; e a sua lâmpada não se apaga de noite. Jod. Estende as suas mãos ao fuso, e as palmas das suas mãos pegam na roca. Caf. Abre a sua mão ao aflito; e ao necessitado estende as suas mãos. Lamed. Não temerá, por causa da neve, por sua casa, porque toda a sua casa anda forrada de roupa dobrada. Mem. Faz para si tapeçaria; de linho fino e púrpura é o seu vestido. Num. Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta com os anciãos da terra. Samech. Faz panos de linho fino, e vende-os, e dá cintas aos mercadores. Aim. A força e a glória são os seus vestidos, e ri-se do dia futuro. Pé. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Tsade. Atenta pelos passos de sua casa, e não come o pão da preguiça. Kof. Levantam-se seus filhos, prezam-na por bem-aventurada; como também seu marido, que a louva, dizendo: Res. Muitas filhas obraram virtuosamente; porém tu a todas as sobrepujas. Sin. Enganosa é a graça e vaidade a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor essa será louvada. Tau. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e louvem-na nas portas as suas obras.

Almeida 1911 — Ortografia atualizada. Edição © 2026 Concordância. Atualização ortográfica feita pela Concordância, com auxílio de IA e revisão. Texto-base: Almeida, Edição Revista e Corrigida (1900/1911), domínio público; transcrição do Projeto Gutenberg (#62383).