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Salmo 36

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911

Cada trecho da faixa é uma época. Passe o mouse, toque ou use as setas para ver o nome e o período. O ponto cheio marca quando o episódio acontece; o anel, quando o livro foi escrito. c. 1010–970 a.C. — Salmos de Davi (segundo o título) · datas incertas Escrito: c. 1010–970 a.C. (tradição) · c. 1000–200 a.C. (pesquisa)
A malícia dos ímpios. Nosso refúgio está em Deus, que salva os retos
Salmo de Davi, servo do Senhor, para o cantor-mor.

A prevaricação do ímpio diz no intimo do seu coração: Não há temor de Deus perante os seus olhos. Porque em seus olhos se lisonjeia, até que a sua iniquidade se descubra ser detestável. As palavras da sua boca são malícia e engano: deixou de entender e de fazer o bem. Projeta a malícia na sua cama; põe-se no caminho que não é bom: não aborrece o mal. A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens. A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; Senhor, tu conservas os homens e os animais. Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas azas. Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias; Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz. Estende a tua benignidade sobre os que te conhecem, e a tua justiça sobre os retos de coração. Não venha sobre mim o pé dos soberbos, e não me mova a mão dos ímpios. Ali caem os que obram a iniquidade; cairão, e não se poderão levantar.

Almeida 1911 — Ortografia atualizada. Edição © 2026 Concordância. Atualização ortográfica feita pela Concordância, com auxílio de IA e revisão. Texto-base: Almeida, Edição Revista e Corrigida (1900/1911), domínio público; transcrição do Projeto Gutenberg (#62383).