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Salmo 141

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911

Cada trecho da faixa é uma época. Passe o mouse, toque ou use as setas para ver o nome e o período. O ponto cheio marca quando o episódio acontece; o anel, quando o livro foi escrito. c. 1010–970 a.C. — Salmos de Davi (segundo o título) · datas incertas Escrito: c. 1010–970 a.C. (tradição) · c. 1000–200 a.C. (pesquisa)
O salmista ora para que seja preservado no meio da tentação
Salmo de Davi.

Senhor, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar. Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde. Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca: guarda a porta dos meus lábios. Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aqueles que obram a iniquidade; e não coma das suas delícias. Fira-me o justo, será uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que me não quebrará a cabeça; porque orarei nas suas próprias calamidades. Quando os seus juízes forem derribados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis. Os nossos ossos são espalhados à boca da sepultura como se alguém fendera e partira lenha em terra. Mas os meus olhos te contemplam, o Deus, Senhor: em ti confio; não desnudes a minha alma. Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que obram a iniquidade. Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.

Almeida 1911 — Ortografia atualizada. Edição © 2026 Concordância. Atualização ortográfica feita pela Concordância, com auxílio de IA e revisão. Texto-base: Almeida, Edição Revista e Corrigida (1900/1911), domínio público; transcrição do Projeto Gutenberg (#62383).