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2 Reis 16

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911

Cada trecho da faixa é uma época. Passe o mouse, toque ou use as setas para ver o nome e o período. O ponto cheio marca quando o episódio acontece; o anel, quando o livro foi escrito. c. 800–735 a.C. — Amazias, Jeroboão II, Uzias, Jotão e Acaz Escrito: c. 560–540 a.C. (tradição) · c. 600–500 a.C. (pesquisa)
Acaz, rei de Judá

No ano dezessete de Peca, filho de Remalias, começou a reinar Acaz, filho de Jotão, rei de Judá. Tinha Acaz vinte anos de idade quando começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém, e não fez o que era reto aos olhos do Senhor seu Deus, como Davi, seu pai. Porque andou no caminho dos reis de Israel: e até a seu filho fez passar pelo fogo, segundo as abominações dos gentios que o Senhor lançara fora de diante dos filhos de Israel. Também sacrificou, e queimou incenso nos altos e nos outeiros, como também debaixo de todo o arvoredo. Então subiu Resin, rei da Síria, com Peca, filho de Remalias, rei de Israel, a Jerusalém, à peleja; e cercaram a Acaz, porém não o puderam vencer. Naquele mesmo tempo Resin, rei da Síria, restituiu Elate à Síria, e lançou fora de Elate os judeus: e os siros vieram a Elate, e habitaram ali até ao dia de hoje. E Acaz enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, dizendo: Eu sou teu servo e teu filho; sobe, e livra-me das mãos do rei da Síria, e das mãos do rei de Israel, que se levantam contra mim. E tomou Acaz a prata e o ouro que se achou na casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei, e mandou um presente ao rei da Assíria. E o rei da Assíria lhe deu ouvidos; pois o rei da Assíria subiu contra Damasco, e tomou-a, e levou-os presos a Quir, e matou a Resin.

O altar de Damasco

Então o rei Acaz foi a Damasco, a encontrar-se com Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e, vendo um altar que estava em Damasco, o rei Acaz enviou ao sacerdote Urias a semelhança do altar, e o modelo, conforme toda a sua feição. E Urias, o sacerdote, edificou um altar conforme tudo o que o rei Acaz tinha ordenado de Damasco; assim o fez o sacerdote Urias, entretanto que o rei Acaz viesse de Damasco. Vindo pois o rei de Damasco, o rei viu o altar; e o rei se chegou ao altar, e sacrificou nele. E queimou o seu holocausto, e a sua oferta de manjares, e derramou a sua libação: e espargiu o sangue dos seus sacrifícios pacíficos naquele altar. Porém o altar de cobre, que estava perante o Senhor, tirou de diante da casa, de entre o seu altar e a casa do Senhor, e pô-lo ao lado do seu altar, da banda do norte. E o rei Acaz mandou a Urias o sacerdote, dizendo: No grande altar queima o holocausto de pela manhã, como também a oferta de manjares de noite, e o holocausto do rei, e a sua oferta de manjares, e o holocausto de todo o povo da terra, a sua oferta de manjares, e as suas ofertas de bebida e todo o sangue dos holocaustos, e todo o sangue dos sacrifícios espargirás nele; porém o altar de cobre será para mim, para inquirir dele. E fez Urias, o sacerdote, conforme tudo quanto o rei Acaz lhe ordenara. E o rei Acaz cortou as cintas das bases, e de cima delas tomou a pia, e o mar tirou de sobre os bois de cobre, que estavam debaixo dele, e pô-lo sobre um soalho de pedra. Também a coberta do sábado, que edificaram na casa, e a entrada de fora do rei, retirou da casa do Senhor, por causa do rei da Assíria. Ora o mais dos sucessos de Acaz, e o que fez, porventura não está escrito no livro das crônicas dos reis de Judá? E dormiu Acaz com seus pais, e foi sepultado junto a seus pais, na cidade de Davi: e Ezequias, seu filho, reinou em seu logar.

Almeida 1911 — Ortografia atualizada. Edição © 2026 Concordância. Atualização ortográfica feita pela Concordância, com auxílio de IA e revisão. Texto-base: Almeida, Edição Revista e Corrigida (1900/1911), domínio público; transcrição do Projeto Gutenberg (#62383).