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Proverbs 30

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, португальский

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. No certain date — Palavras de Agur e do rei Lemuel Written: c. 970–686 BC (tradition) · c. 950–300 BC (scholarship)
As palavras de Agur

Palavras de Agur, filho de Jaque, a profecia: disse este varão a Itiel; a Itiel e a Ucal: Na verdade que eu sou mais brutal do que ninguém, não tenho o entendimento do homem. Nem aprendi a sabedoria, nem conheci o conhecimento dos santos. Quem subiu ao céu e desceu? quem encerrou os ventos nos seus punhos? quem amarrou as águas num pano? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome? e qual é o nome de seu filho? se é que o sabes? Toda a palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso. Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: Alonga de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: mantem-me do pão da minha porção acostumada. Para que porventura de farto te não negue, e diga: Quem é o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e lance mão do nome de Deus. Não calunies o servo diante de seu senhor, para que te não amaldiçoe e fiques culpado. Há uma geração que amaldiçoa a seu pai, e que não bendiz a sua mãe. Há uma geração que é pura aos seus olhos, e que nunca foi lavada da sua imundícia. Há uma geração cujos olhos são altivos, e as suas pálpebras levantadas para cima. Há uma geração cujos dentes são espadas, e cujos queixais são facas, para consumirem da terra os aflitos, e os necessitados dentre os homens. A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Estas três coisas nunca se fartam; e quatro nunca dizem: Basta. A sepultura; a madre estéril; a terra que se não farta de água; e o fogo nunca diz: Basta. Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obediência da mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os pintãos da águia os comerão. Estas três coisas me maravilham; e quatro há que não conheço: O caminho da águia no céu; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem. Tal é o caminho da mulher adultera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: Não cometi maldade. Por três coisas se alvoroça a terra: e por quatro, que não pode suportar: Pelo servo, quando reina; e pelo tolo, quando anda farto de pão; Pela mulher aborrecida, quando se casa; e pela serva, quando ficar herdeira da sua senhora. Estas quatro coisas são das mais pequenas da terra, porém sabias, bem providas de sabedoria: As formigas são um povo impotente; todavia no verão preparam a sua comida: Os coelhos são um povo débil; e contudo põem a sua casa na penha: Os gafanhotos não têm rei; e contudo todos saem, e em bandos se repartem: A aranha apanha com as mãos, e está nos paços dos reis. Estas três têm um bom andar, e quatro que passeiam mui bem: O leão, o mais forte entre os animais, que por ninguém torna atrás: O cavalo de guerra, bem cingido pelos lombos; e o bode; e o rei a quem se não pode resistir. Se obraste loucamente, elevando-te, e se imaginaste o mal, põe a mão na boca. Porque o espremer do leite produz manteiga, e o espremer do nariz produz sangue, e o espremer da ira produz contenda.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).