Proverbs 26
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, 포르투갈어
Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não convém ao louco a honra. Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá. O açoite para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos. Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também te não faças semelhante a ele. Responde ao tolo segundo a sua estultícia; para que não seja sábio aos seus olhos. Os pés corta, e o dano bebe, quem manda mensagens pela mão dum tolo. Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos. Como o que ata a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo. Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos. Os grandes molestam a todos, e alugam os tolos e transgressores. Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia. Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? maior esperança há do tolo do que dele. Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas. Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama. O preguiçoso esconde a sua mão no seio: enfada-se de torná-la à sua boca. Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem. O que, passando, se entremete em pleito alheio é como aquele que toma um cão pelas orelhas. Como o louco que lança de si faíscas, frechas, e mortandades, Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Não o fiz eu por brincar? Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo murmurador, cessará a contenda. Como o carvão é para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas. As palavras do murmurador são como as palavras do espancado, e elas descem ao intimo do ventre. Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes com o coração maligno. Aquele que aborrece se contrafaz pelos seus beiços, mas no seu interior encobre o engano. Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração, Cujo ódio se encobre com engano; a sua malícia se descobrirá na congregação. O que cava uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra esta sobre ele tornará. A língua falsa aborrece aos que ela aflige, e a boca lubrica obra a ruína.
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).