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Jeremiah 52

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, 포르투갈어

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. c. 586–561 BC — Queda de Jerusalém e destino do rei Joaquim Written: c. 627–580 BC (tradition) · c. 627–500 BC (scholarship)
O cerco, tomada e destruição de Jerusalém

Era Zedequias da idade de vinte e um anos quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém: e o nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. E fez o que era mal aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Jeoaquim. Porque sucedeu, por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e Judá, até que ele os lançou de diante dele, que se rebelou Zedequias contra o rei de Babilônia. E aconteceu, no ano nono do seu reinado, no mês décimo, no décimo dia do mês, que veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e levantaram contra ela tranqueiras ao redor. Assim esteve cercada a cidade, até ao ano undécimo do rei Zedequias. No mês quarto, aos nove do mês, quando já a fome prevaleceu na cidade, e o povo da terra não tinha pão, Então a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram, e saíram da cidade de noite, pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade ao redor), e foram-se pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus seguiu o rei, e alcançaram a Zedequias nas campinas de Jericó, e todo o seu exército se espalhou dele. E prenderam o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla, na terra de Hamate, o qual pronunciou juízos contra ele. E o rei de Babilônia degolou os filhos de Zedequias diante dos seus olhos, e também degolou a todos os príncipes de Judá em Ribla. E cegou os olhos a Zedequias, e o atou com duas cadeias de bronze; e o rei de Babilônia o levou a Babilônia, e o pôs na casa do cárcere até ao dia da sua morte. E no quinto mês, no décimo dia do mês (este era o décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradan, capitão da guarda, que assistia na presença do rei de Babilônia, a Jerusalém. E queimou a casa do Senhor, e a casa do rei; e também a todas as casas de Jerusalém, e a todas as casas dos grandes queimou a fogo. E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, derribou a todos os muros de Jerusalém ao redor. E dos mais pobres do povo, e o resto do povo, que deixaram ficar na cidade, e os rebeldes que se haviam passado ao rei de Babilônia, e o resto da multidão, Nebuzaradan, capitão da guarda, levou presos. Mas dos mais pobres da terra deixou Nebuzaradan, capitão da guarda, ficar alguns, para serem vinhateiros e lavradores. Quebraram mais os caldeus as colunas de bronze, que estavam na casa do Senhor, e as bases, e o mar de bronze, que estavam na casa do Senhor, e levaram todo o bronze para Babilônia. Também tomaram os caldeirões, e as pás, e os garfos, e as bacias, e os perfumadores, e todos os vasos de bronze, com que se ministrava. E tomou o capitão da guarda os copos, e os incensários, e as bacias, e os caldeirões e os castiçais, e os perfumadores, e as galhetas: assim o que era de puro ouro em ouro, como o que era de prata maciça em prata. As duas colunas, o único mar, e os doze bois de bronze, que estavam no logar das bases, que fizera o rei Salomão para a casa do Senhor: o bronze deles, de todos estes vasos, não tinha peso. Quanto às colunas, a altura de uma coluna era de dezoito côvados, e um fio de doze côvados a cercava; e era a sua grossura de quatro dedos, e era oca. E havia sobre ela um capitel de bronze, e a altura do capitel era de cinco côvados, e a rede e as romãs em roda do capitel tudo era de bronze; e semelhante a esta era o da outra coluna, com as romãs. E havia noventa e seis romãs em cada banda: as romãs todas eram um cento, em roda da rede. Tomou também o capitão da guarda a Seraías, o sacerdote primeiro, e a Sofonias, o sacerdote segundo, e aos três guardas do umbral da porta. E da cidade tomou a um eunuco que tinha cargo da gente de guerra, e a sete homens dos que viam a face do rei, que se acharam na cidade, como também o escrivão-mor do exército, que registrava o povo da terra para a guerra, e a sessenta homens do povo da terra, que se acharam no meio da cidade. Tomando-os pois Nebuzaradan, capitão da guarda, os trouxe ao rei de Babilônia, a Ribla. E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate: assim Judá foi levado da sua terra em cativeiro. Este é o povo que Nabucodonosor levou cativo no sétimo ano: três mil e vinte e três judeus. No ano décimo oitavo de Nabucodonosor levou ele em cativeiro de Jerusalém oitocentas e trinta e duas almas. No ano vinte e três de Nabucodonosor, levou Nebuzaradan, capitão da guarda, em cativeiro dos judeus, setecentas e quarenta e cinco almas: todas as almas são quatro mil e seiscentas. Sucedeu pois no ano trigésimo sétimo do cativeiro de Jeoaquim, rei de Judá, no mês duodécimo, aos vinte e cinco do mês, que exalçou Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano primeiro do seu reinado, a cabeça de Jeoaquim, rei de Judá, e o tirou da casa da prisão; E falou com ele benignamente, e pôs o seu trono acima dos tronos dos reis que estavam com ele em Babilônia; E lhe mudou os vestidos da sua prisão; e comeu pão sempre na sua presença, todos os dias da sua vida. E, quanto à sua pitança, foi-lhe dada pitança ordinária do rei de Babilônia, porção quotidiana, no seu dia, até o dia da sua morte, todos os dias da sua vida.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).