Isaiah 24
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, 포르투갈어
Eis que o Senhor esvazia a terra, e a desola, e transtorna a sua face, e espalha os seus moradores. E assim como for o povo, assim será o sacerdote; como o servo, assim o seu senhor; como a serva, assim a sua senhora; como o comprador, assim o vendedor; como o que empresta, assim o que toma emprestado; como o que dá usura, assim o que toma usura. De todo se esvaziará a terra, e de todo será saqueada, porque o Senhor pronunciou esta palavra. A terra pranteia e se murcha: o mundo enfraquece e se murcha: enfraquecem os mais altos do povo da terra. Porque a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto trespassam as leis, mudam os estatutos, e aniquilam a aliança eterna. Por isso a maldição consome a terra; e os que habitam nela serão desolados; por isso serão queimados os moradores da terra, e poucos homens ficarão de resto. Pranteia o mosto, enfraquece a vida; e suspirarão todos os alegres de coração. Já cessou o folguedo dos tamboris, acabou o arruído dos que pulam de prazer, e descansou a alegria da harpa. Com cantares não beberão vinho; a bebida forte será amarga para os que a beberem. Já demolida está a cidade vazia, todas as casas fecharam, ninguém já pode entrar. Um lastimoso clamor por causa do vinho se ouve nas ruas: toda a alegria se escureceu, já se desterrou o gozo da terra. Desolação ainda ficou de resto na cidade, e com estalidos se quebra a porta. Porque assim será no interior da terra, e no meio destes povos, como a sacudidura da oliveira, e como os rabiscos, quando está acabada a vindima. Estes alçarão a sua voz, e cantarão com alegria; e por causa da glória do Senhor exultarão desde o mar. Por isso glorificai ao Senhor nos vales, e nas ilhas do mar ao nome do Senhor Deus de Israel. Dos últimos fins da terra ouvimos salmos para glória do Justo; porém agora digo eu: Emagreço, emagreço, ai de mim! os pérfidos tratam perfidamente, e com perfídia tratam os pérfidos perfidamente. O temor, e a cova, e o laço veem sobre ti, ó morador da terra. E será que aquele que fugir da voz do temor cairá na cova, e o que subir da cova o laço o prenderá; porque já as janelas do alto se abrem, e os fundamentos da terra tremerão. De todo será quebrantada a terra, de todo se romperá a terra, e de todo se moverá a terra. De todo balanceará a terra como o bêbado, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá, e nunca mais se levantará. E será que naquele dia o Senhor visitará os exércitos do alto na altura, e os reis da terra sobre a terra. E juntamente serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encarcerados num cárcere: e outra vez serão visitados depois de muitos dias. E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos reinar no monte de Sião e em Jerusalém; e então perante os seus anciãos haverá glória.
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).