Psalm 141
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, Portugiesisch
Senhor, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar. Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde. Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca: guarda a porta dos meus lábios. Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aqueles que obram a iniquidade; e não coma das suas delícias. Fira-me o justo, será uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que me não quebrará a cabeça; porque orarei nas suas próprias calamidades. Quando os seus juízes forem derribados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis. Os nossos ossos são espalhados à boca da sepultura como se alguém fendera e partira lenha em terra. Mas os meus olhos te contemplam, o Deus, Senhor: em ti confio; não desnudes a minha alma. Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que obram a iniquidade. Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).