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Proverbs 14

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, Portugiesisch

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. c. 970–930 BC — Provérbios atribuídos a Salomão · uncertain dates Written: c. 970–686 BC (tradition) · c. 950–300 BC (scholarship)

Toda a mulher sabia edifica a sua casa: mas a tola a derriba com as suas mãos. O que anda na sua sinceridade teme ao Senhor, mas o que se desvia de seus caminhos o despreza. Na boca do tolo está a vara da soberba, mas os lábios dos sábios os conservam. Não havendo bois, a manjedoura está limpa, mas pela força do boi há abundância de colheitas. A testemunha verdadeira não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras. O escarnecedor busca sabedoria, e nenhuma acha, mas para o prudente o conhecimento é fácil. Vai-te de diante do homem insensato, porque nele não divisarás os lábios do conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos tolos é engano. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há benevolência. O coração conhece a sua própria amargura, e o estranho não se entremeterá na sua alegria. A casa dos ímpios se desfará, mas a tenda dos retos florescerá. Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Até no riso terá dor o coração, e o fim da alegria é tristeza. Dos seus caminhos se fartará o que declina no coração, mas o homem bom se fartará de si mesmo. O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos. O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza, e dá-se por seguro. O que presto se indigna, fará doidices, e o homem de más imaginações será aborrecido. Os símplices herdarão a estultícia, mas os prudentes se coroarão de conhecimento. Os maus se inclinaram diante dos bons, e os ímpios diante das portas do justo. O pobre é aborrecido até do companheiro, porém os amigos dos ricos são muitos. O que despreza ao seu companheiro peca, mas o que se compadece dos humildes é bem-aventurado. Porventura não erram os que obram o mal? mas beneficência e fidelidade serão para os que obram o bem. Em todo o trabalho proveito há, mas a palavra dos lábios só encaminha à pobreza. A coroa dos sábios é a sua riqueza, a estultícia dos tolos é só estultícia. A testemunha verdadeira livra as almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador. No temor do Senhor há firme confiança, e ele será um refúgio para seus filhos. O temor do Senhor é uma fonte de vida, para se desviarem dos laços da morte. Na multidão do povo está a magnificência do rei, mas na falta do povo a perturbação do príncipe. O longânimo é grande em entendimento, mas o que é de espírito impaciente assinala a sua loucura. O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos. O que oprime ao pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado o honra. Pela sua malícia será lançado fora o ímpio, mas o justo até na sua morte tem confiança. No coração do prudente repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos tolos se conhece. A justiça exalta ao povo, mas o pecado é o opróbrio das nações. O Rei tem seu contentamento no servo prudente, mas sobre o que envergonha cairá o seu furor.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).