Psalm 107
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, Kireno
Louvai ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre. Digam-no os remidos do Senhor, os que remiu da mão do inimigo, E os que congregou das terras do oriente e do ocidente, do norte e do sul. Andaram desgarrados pelo deserto, por caminhos solitários; não acharam cidade para habitarem. Famintos e sedentos, a sua alma neles desfalecia. E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas necessidades. E os levou por caminho direito, para irem a uma cidade de habitação. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens. Pois fartou a alma sedenta, e encheu de bondade a alma faminta. Tal como a que se assenta nas trevas e sombra da morte, presa em aflição e em ferro; Porquanto se rebelaram contra as palavras de Deus, e desprezaram o conselho do Altíssimo, Portanto lhes abateu o coração com trabalho; tropeçaram, e não houve quem os ajudasse. Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas necessidades. Tirou-os das trevas e sombra da morte; e quebrou as suas prisões. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens. Pois quebrou as portas de bronze; e despedaçou os ferrolhos de ferro. Os loucos, por causa da sua transgressão, e por causa das suas iniquidades, são aflitos. A sua alma aborreceu toda a comida, e chegaram até às portas da morte. Então clamaram ao Senhor na sua angústia: e ele os livrou das suas necessidades. Enviou a sua palavra, e os sarou; e os livrou da sua destruição. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens. E ofereçam os sacrifícios de louvor, e relatem as suas obras com regozijo. Os que descem ao mar em navios, mercando nas grandes águas, Esses veem as obras do Senhor, e as suas maravilhas no profundo. Pois ele manda, e se levanta o vento tempestuoso, que eleva as suas ondas. Sobem aos céus; descem aos abismos, e a sua alma se derrete em angústias. Andam e cambaleiam como ébrios, e perderam todo o tino. Então clamam ao Senhor na sua angústia; e ele os livra das suas necessidades. Faz cessar a tormenta, e calam-se as suas ondas. Então se alegram, porque se aquietaram; assim os leva ao seu porto desejado. Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens. Exaltem-no na congregação do povo, e glorifiquem-no na assembleia dos anciãos. Ele converte os rios em um deserto, e as fontes em terra sedenta: A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam. Converte o deserto em lagoa, e a terra seca em fontes. E faz habitar ali os famintos, para que edifiquem cidade para habitação; E semeiam os campos e plantam vinhas, que produzem fruto abundante. Também os abençoa, de modo que se multiplicam muito; e o seu gado não diminue. Depois se diminuem e se abatem, pela opressão, aflição e tristeza. Derrama o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar desgarrados pelo deserto, onde não há caminho. Porém livra ao necessitado da opressão em um logar alto, e multiplica as famílias como rebanhos. Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a iniquidade tapará a boca. Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as benignidades do Senhor.
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).