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Proverbs 25

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, Kireno

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. c. 715–686 BC — Provérbios de Salomão copiados pelos homens de Ezequias · uncertain dates Written: c. 970–686 BC (tradition) · c. 950–300 BC (scholarship)
Outros provérbios de Salomão, que foram coligidos no tempo do rei Ezequias

Também estes são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá. A glória de Deus é encobrir o negócio; mas a glória dos reis esquadrinhar o negócio. Para a altura dos céus, e para a profundeza da terra, e para o coração dos reis, não há investigação. Tira da prata as escórias, e sairá vaso para o fundidor. Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se afirmará na justiça. Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no logar dos grandes; Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do príncipe que já viram os teus olhos. Não saias depressa a litigar, para que depois ao fim não saibas que fazer, podendo-te confundir o teu próximo. Pleiteia o teu pleito com o teu próximo, e não descubras o segredo doutro: Para que não te desonre o que o ouvir, e a tua infâmia se não aparte de ti. Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro fino, assim é o sábio repreensor para o ouvido ouvinte. Como frieza de neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque recreia a alma de seu senhor. Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas. Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda quebranta os ossos. Achaste mel? come o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar. Retira o teu pé da casa do teu próximo; para que se não enfade de ti, e te aborreça. Martelo, e espada, e frecha aguda é o homem que diz falso testemunho contra o seu próximo. Como dente quebrado, e pé desengonçado, é a confiança no desleal, no tempo da angústia. O que canta canções ao coração aflito é como aquele que despe o vestido num dia de frio, e como vinagre sobre salitre. Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; Porque assim brasas lhe amontoarás sobre a cabeça; e o Senhor to pagará. O vento norte afugenta a chuva, e a face irada a língua fingida. Melhor é morar num canto do terraço, do que com a mulher contenciosa, e isso em casa em que mais companhia haja. Como água fria à alma cansada, tais são as boas novas de terra remota. Como fonte turva, e manancial corrupto, assim é o justo que cai diante do ímpio. Comer muito mel não é bom; assim a pesquisa da própria glória não é glória. Como a cidade derribada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).