1 Corinthians 13
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, Kireno
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. E, ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada me aproveitaria. A caridade é sofredora, é benigna: a caridade não é invejosa: a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece, Não trata com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, porém folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade nunca acaba: porém, ainda que haja profecias, serão aniquiladas: ainda que haja línguas, cessarão; ainda que haja ciência, será aniquilada; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de meninos. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face: agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem estas três: a fé, a esperança e a caridade; porém a maior destas é a caridade.
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).