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Zechariah 11

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, португальский

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. c. 500–300 BC — Oráculos sobre o rei humilde, o pastor rejeitado e o dia do Senhor · uncertain dates Written: c. 520–480 BC (tradition) · c. 520–300 BC (scholarship)
O castigo dos impenitentes

Abre, ó Líbano, as tuas portas para que o fogo consuma os cedros. Uivai, ó faias, porque os teus cedros caíram, porque estas excelentes árvores são destruídas; uivai, ó carvalhos de Basã, porque o bosque forte é derribado. Voz de uivo dos pastores se ouviu, porque a sua glória é destruída: voz de bramido dos filhos de leões, porque foi destruída a soberba do Jordão. Assim diz o Senhor meu Deus: Apascenta as ovelhas da matança, Cujos possuidores as matam, e não se têm por culpados; e cujos vendedores dizem: Louvado seja o Senhor, porque hei enriquecido, e os seus pastores não têm piedade delas. Certamente não terei piedade mais dos moradores desta terra, diz o Senhor, mas, eis que entregarei os homens cada um na mão do seu companheiro e na mão do seu rei, e esmiuçarão a terra, e eu não os livrarei da sua mão. E eu apascentei as ovelhas da matança, porquanto são ovelhas coitadas; e tomei para mim duas varas, a uma das quais chamei Suavidade, e à outra chamei Conjuntadores, e apascentei as ovelhas. E destruí os teus pastores num mesmo mês, porque se angustiou deles a minha alma, e também a sua alma teve fastio de mim. E eu disse: Não vos apascentarei mais: o que morrer morra, e o que for destruído seja, e as que restarem comam cada uma a carne da sua companheira. E tomei a minha vara Suavidade, e a quebrei, para desfazer o meu concerto, que tinha estabelecido com todos estes povos. E foi desfeito naquele dia, e conheceram assim os pobres do rebanho que me aguardavam que isto era palavra do Senhor. Porque eu lhes tinha dito: Se parece bem aos vossos olhos, dai-me a minha soldada, e, se não, deixai-vos disso. E pesaram a minha soldada, trinta moedas de prata. O Senhor pois me disse: Arroja-a ao oleiro, belo preço em que fui apreçado por eles. E tomei as trinta moedas de prata, e as arrojei, na casa do Senhor, ao oleiro. Então quebrei a minha segunda vara Conjuntadores, para romper a irmandade entre Judá e Israel. E o Senhor me disse: Toma ainda para ti o instrumento de um pastor insensato. Porque, eis que levantarei um pastor na terra, que não visitará as perdidas, não buscará a desgarrada, e não sarará a quebrada, nem apascentará a sã; mas comerá a carne da gorda, e lhe despedaçará as unhas. Ai do pastor de nada, que abandona o rebanho; a espada cairá sobre o seu braço e sobre o seu olho direito; o seu braço sem falta se secará, e o seu olho direito sem falta se escurecerá.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).