Nahum 3
A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, पुर्तगाली
Ai da cidade ensanguentada, que está toda cheia de mentiras e de rapina! não se aparta dela o roubo. Estrepito de açoite há, e o estrondo do ruído das rodas; e os cavalos atropelam, e carros vão saltando. O cavaleiro levanta assim a espada flamejante, como a lança relampagueante, e ali haverá uma multidão de mortos, e abundância de cadáveres, e não terão fim os defuntos; tropeçarão nos seus corpos; Por causa da multidão das fornicações da meretriz mui graciosa, da mestra das feitiçarias, que vendeu os povos com as suas fornicações, e as gerações com as suas feitiçarias. Eis que eu estou contra ti, diz o Senhor dos Exércitos, e descobrirei as tuas fraldas sobre a tua face, e às nações mostrarei a tua nudez, e aos reinos a tua vergonha. E lançarei sobre ti coisas abomináveis, e te envergonharei, e pôr-te-hei como espetáculo. E há de ser que, todos os que te virem, fugirão de ti, e dirão: Nínive está destruída, quem terá compaixão dela? donde te buscarei consoladores? És tu melhor do que Nô-Amom, que está assentada nos rios, cercada de águas, que tinha por esplanada o mar, cuja muralha é do mar? Etiópia e Egito eram a sua força, e não havia fim: Pute e Líbia te foram de socorro. Todavia foi levada cativa para o desterro: também os seus filhos são despedaçados no topo de todas as ruas, e sobre os seus honrados lançaram sortes, e todos os seus grandes foram presos com grilhões. Tu também serás embriagada, e te esconderás; também buscarás força por causa do inimigo. Todas as tuas fortalezas serão como figueiras com figos temporãos; se se sacodem, caem na boca do que os há de comer. Eis que o teu povo no meio de ti será como de mulheres: as portas da tua terra estarão de todo abertas aos teus inimigos: o fogo consumirá os teus ferrolhos. Tira águas para o cerco, fortifica as tuas fortalezas, entra no lodo, e pisa o barro, repara o forno dos ladrilhos. O fogo ali te consumirá, a espada te exterminará, te consumirá, como a locusta; multiplica-te como a locusta, multiplica-te como os gafanhotos. Multiplicaste os teus negociantes mais do que as estrelas do céu, a locusta se espalhará e voará. Os teus coroados são como os gafanhotos, e os teus chefes como os gafanhotos grandes, que se acampam nas sebes nos dias de frio; em subindo o sol voam, de sorte que não se conhece mais o logar onde estiveram. Os teus pastores dormitarão, ó rei da Assíria, os teus ilustres deitar-se-hão, o teu povo se derramará pelos montes; sem que haja quem o ajunte. Não há cura para a tua quebradura, a tua ferida é dolorosa: todos os que ouvirem a tua fama baterão as palmas sobre ti; porque, sobre quem não passou continuamente a tua malícia?
Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).