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Habakkuk 2

A1911C · Almeida 1911 — Ortografia atualizada (Edição Concordância), 1911, portugais

Each part of the strip is an era. Hover, tap or use the arrow keys to see its name and period. The filled dot marks when the episode happens; the ring, when the book was written. c. 610–598 BC — Habacuque questiona a justiça de Deus e a ascensão dos caldeus · uncertain dates Written: c. 610–598 BC (tradition) · c. 620–586 BC (scholarship)
Os caldeus serão castigados a seu turno

Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falaria em mim, e o que eu responderei, quando eu for arguido. Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão, e declara-a em taboas, para que nelas leia o que correndo passa. Porque a visão ainda está para o tempo determinado, pois até ao fim falará, e não mentirá: se tardar, espera-o, porque certamente virá, nem tardará. Eis que de preguiça se retira, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá. Quanto mais se é dado ao vinho mais desleal se é; aquele homem soberbo, que alarga como o sepulcro a sua alma, não permanecerá e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. Não levantariam pois todos estes contra ele uma parábola e dito agudo com enigmas para ele? e se dirá: Ai daquele que multiplica o que não é seu! (até quando!) e daquele que carrega sobre si divida! Porventura não se levantarão de repente os que te morderão? e não despertarão os que te abalarão? e não lhes servirás tu de despojo? Porquanto despojaste a muitas nações, todos os mais povos te despojarão a ti, por causa do sangue dos homens, e da violência acerca da terra da cidade, e de todos os que habitam nela. Ai daquele que ajunta bens para a sua casa, por uma avareza criminosa, para que ponha o seu ninho no alto, a fim de se livrar da mão do mal! Vergonha maquinaste para a tua casa; destruindo tu a muitos povos, pecaste contra a tua alma. Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento. Ai daquele que edifica a cidade com sangue, e que funda a cidade com iniquidade! Eis que porventura não vem do Senhor dos Exércitos que os povos trabalham pelo fogo e os homens se cansam em vão? Porque a terra sera cheia do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar. Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro! tu, que lhe chegas o teu odre, e o embebedas, para ver a sua nudez! Também tu serás farto de ignominia em logar de honra: bebe tu também, e descobre o prepúcio: o cálice da mão direita do Senhor voltará a ti, e vômito ignominioso cairá sobre a tua glória. Porque a violência cometida contra o Líbano te cobrirá, e a destruição das bestas os assombrará, por causa do sangue dos homens, e da violência feita à terra, à cidade, e a todos os moradores. Que aproveitará a imagem de escultura, depois de que a esculpiu o seu artífice? ou a imagem de fundição, que ensina a mentira, para que o artífice confie na obra, fazendo ídolos mudos? Ai daquele que diz ao pau: Acorda; e à pedra muda: Desperta; porventura ensinará? eis que está coberto de ouro e de prata, mas no meio dele não há espírito algum. Porém o Senhor está no seu santo templo: cale-se diante dele toda a terra.

Almeida 1911 — Updated spelling. Edition © 2026 Concordância. Spelling update made by Concordância, with AI assistance and review. Base text: Almeida, Revista e Corrigida edition (1900/1911), public domain; transcription from Project Gutenberg (#62383).